Bem, como essa é minha primeira participação neste blog, resolvi pesquisar várias fontes sobre o tema em questão, para não correr o risco de passar informações erradas aos leitores. Afinal, sou muito exigente comigo mesma e não suportaria se algo saísse errado. Mas aí, pensei: Quanta rigidez comigo mesma? Qual é o problema em falar/escrever aquilo que me vem à mente, sem me submeter ao meu juiz mais ácido: Eu mesma!? Como estou passando por um processo de cura pessoal, decidi escrever sem medo de ser feliz.
Falar sobre “toque”; tocar e ser tocado, é fácil e prazeroso. Escrever deve proporcionar a mesma sensação. E “sensação” é palavra chave quando se fala em “toque”. Sensações boas e ruins. Mas, aqui, abordarei, somente, o lado BOM das sensações provocadas pelo “toque”. Aquelas que fazem a gente sorrir por dentro.
Sabe aquela sensação de quando recebemos aquele abraço gostoso? Aquele abraço que protege; que acolhe? Isso é toque. E quando alguém pega em nossas mãos? Ou aquele cafuné? Isso é toque.
Naturalmente, ou seja, sem que se coloque qualquer intenção, o toque é terapêutico e opera milagres na vida de um indivíduo. Comprovadamente, pessoas que receberam muito abraço, muito beijo, muito carinho, ao longo de suas vidas, são pessoas melhor resolvidas do que aquelas privadas desses contatos. Tocar e ser tocado são excelentes recursos terapêuticos e o toque, realizado por profissional capacitado, pode levar o indivíduo a curar-se do que não lhe faz bem. O toque leva o indivíduo a encontrar a cura dentro de si.
O toque terapêutico, ou massoterapia, através de manobras específicas, trata o doente, não a doença, desobstruindo os canais energéticos daquele se submete a ele e quando a energia flui, a cura se processa e o indivíduo sente-se melhor consigo e com o mundo.
O toque terapêutico é muito poderoso!
Texto: Sandra Pacheco - Massoterapêuta
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